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SOMOS POBRES DE ESPÍRITO?

“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus”. Mateus 5:3 (NVI)

No capítulo 5 de Mateus nós encontramos, como escreveu John Wesley, oito exemplos da verdadeira religião, e o primeiro exemplo é por onde geralmente se se inicia o caminhar no cristianismo genuíno: a pobreza de espírito. Mas o que é ser pobre de espírito? E será que todos nós podemos ou devemos ser?

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AMAR É NOSSO DEVER!

“Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros”. 1 João 4:11 (ACF)

Talvez mais que em outros tempos, as pessoas não amam umas as outras como deveriam, e o engraçado(para não dizer trágico) é que essa falta de amor não é algo exclusivo dos que não se dizem cristãos. Por muitas vezes, muitos dos que chamam a si mesmo de cristãos não demonstram o amor que o Cristo amou e ensinou. Pense bem, se Deus nos amou, independente de quem somos, porque então eu não deveria amar aos outros?
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PECADO, REPREENSÃO, ARREPENDIMENTO E PERDÃO!

“Tomem cuidado. “Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe”. Lucas 17:3 (NVI)

Este versículo é bastante interessante, pois, por mais que seja curto podemos enxergar nele diversas coisas relacionadas ao perdão. De fato, todo cristão deve poder dizer sem medo ao Pai: “perdoa-nos assim como nós perdoamos”. Mas o texto de Lucas que citamos acima não diz apenas que devemos perdoar, ele cita também alguns passos necessários para tal. Primeiramente ele diz “tomem cuidado”. Ou seja, tenham cautela, sejam prudentes. As vezes nos enchemos de orgulho e, dependendo de qual foi o pecado do irmão para conosco, nos tornamos presunçosos onde na verdade deveríamos ser humildes como o nosso Senhor.
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M&P#013 – QUE ELE CRESÇA

Hoje o Música&Palavra será sobre uma canção curtíssima, mas belíssima. Poucas frases, mas com verdades bíblicas profundas. Trata-se da canção “Humildade (Que Ele Cresça)” do Deigmar Marques. Espero que você seja tão edificado quanto eu através dessa canção, e que com essa análise você possa meditar ainda mais nas verdades escritas nesta composição.
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NÃO SOU DIGNO DE DESAMARRAR AS SUAS SANDÁLIAS.

“E este é o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para o interrogarem: “Quem és tu?” Ele confessou e não negou; mas declarou francamente: “Eu não sou o Cristo”. E o questionaram: “Quem és tu? És tu Elias?” Ele disse: “Não o sou”. “És tu o Profeta?” E João afirmou: “Não”. Então, perguntaram a ele: “Quem és tu? Dá-nos uma resposta, para que a levemos àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo?” E João lhes disse: “Eu sou a voz do que clama no deserto: ‘Fazei um caminho reto para o Senhor’, como disse o profeta Isaías”. Ora, os que haviam sido enviados faziam parte dos fariseus. E perguntaram-lhe ainda: “Então, por que batizas, se não és o Cristo, nem Elias, nem o Profeta?” João respondeu-lhe, dizendo: “Eu batizo com água; mas, no meio de vós, já está quem vós não conheceis. Ele é aquele que vem depois de mim, cujas correias das sandálias não sou digno de desamarrar”. Essas coisas aconteceram em Betânia, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando”. João 1:19-28 (KJA)

Nestes textos encontramos João sendo interrogado por alguns sacerdotes e levitas que perguntaram-lhe “quem és tu?” afim de saber se ele era o Messias esperado. Mas João claramente lhes disse “eu não sou o Cristo”. E, não satisfeitos com sua resposta voltaram a questioná-lo, perguntando “quem és tu?” E seguem perguntando se era ele Elias ou o Profeta, e a todas estas perguntas João Batista afirma de maneira clara que não. Eles perguntaram se João era Elias devido a profecia de Malaquias (4:5) que diz: “Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor”. Porém, partiram de uma compreensão errada do que a mesma diz, pensando que o mesmo profeta Elias do passado seria enviado novamente, e por isso João logo afirma não ser ele Elias. No sentido mais literal ou da maneira que eles esperavam, realmente João não era Elias, mas o próprio Jesus afirma, através da correta compreensão da profecia de Malaquias, que João Batista realmente era Elias, porém de uma forma diferente da que os judeus pensavam. Read More

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