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SOMOS POBRES DE ESPÍRITO?

“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus”. Mateus 5:3 (NVI)

No capítulo 5 de Mateus nós encontramos, como escreveu John Wesley, oito exemplos da verdadeira religião, e o primeiro exemplo é por onde geralmente se se inicia o caminhar no cristianismo genuíno: a pobreza de espírito. Mas o que é ser pobre de espírito? E será que todos nós podemos ou devemos ser?

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PORQUE JULGAMOS SE TAMBÉM ERRAMOS?

“Portanto, você, que julga, os outros é indesculpável; pois está condenando a si mesmo naquilo em que julga, visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas. Sabemos que o juízo de Deus contra os que praticam tais coisas é conforme a verdade. Assim, quando você, um simples homem, os julga, mas pratica as mesmas coisas, pensa que escapará do juízo de Deus?”. Romanos 2:1-3 (NVI)

Os seres humanos parecem ter uma gigantesca facilidade de julgar os outros, mesmo quando estão cometendo o mesmo ato. Existem, por exemplo, aqueles que reclamam e julgam os políticos por desviarem dinheiro, mas sonegam impostos; outros reclamam da corrupção, porém são igualmente corruptos em seus trocos errados, filas furadas e jeitinho brasileiro para tudo. Mas o problema não é que julguemos simplesmente. O problema é que julgamos mesmo que também cometamos as mesmíssimas falhas.

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AMAR É OBEDECER!

“Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. João 14:15 (NVI)

No relacionamento com Deus, amor está sempre intrinsecamente ligado à obediência. Ninguém pode dizer que ama a Deus se é desobediente aos Seus mandamentos. É necessário que aprendamos a viver o dia de hoje em submissão fiel a Deus. Pois só assim a nossa vida será uma vida de submissão a Ele. Não faz sentido querer viver uma vida de obediência a Deus e à Sua Palavra amanhã. Esta obediência tem que ser vivida hoje. Agora!

Devemos obedecê-Lo com nossas atitudes, e não apenas com nossas palavras. O nosso problema é que, muitas vezes, boa parte das coisas que falamos não condiz com nossa maneira de viver. É quase como aquela frase “faça o que falo, mas não faça o que faço”. Nós precisamos unir ortodoxia e ortopraxia, ou seja, o ensino correto das Escrituras e a prática correta deste ensino. Isto é o mais difícil.
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CRISTO MORREU PELOS NOSSOS PECADOS!

“Cristo morreu pelos nossos pecados.” 1 Coríntios 15:3b (KJA)

Por mais que eu tenha separado um pedaço do versículo 3 para o título deste texto, para melhor compreensão, penso ser importantíssimo que leiamos ao menos do versículo 1 ao 4, onde o Apóstolo Paulo diz:

“Irmãos, lembro-vos do Evangelho que vos preguei, o qual também recebestes e no qual estais firmes. Por meio dele também sois salvos desde que vos apegueis com convicção à Palavra que vos anunciei; caso contrário, tendes crido em vão. Porquanto, o que primeiramente vos transmiti foi o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, conforme as Escrituras”. (1 Coríntios 15:1-4 KJA)
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A GLÓRIA DE DEUS, O SUPREMO PROPÓSITO DA VIDA

“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”(1Co 10.31).

O Cristianismo difere frontalmente do Humanismo. Este, aplaudido e festejado por nossa geração, coloca o homem no centro do universo. O homem tornou-se a medida de todas as coisas. Tudo vem dele, acontece por meio dele e existe para ele. A busca açodada pelo prazer tornou-se o vetor que governa o homem. A realização de sua soberana vontade tornou-se agenda imperativa. Para atender a esse propósito, as filosofias besuntadas de antropocentrismo idolátrico, repaginaram as artes, a música, o entretenimento, a moda, a cultura enfim,  para que tudo contribua para o máximo prazer do homem. O hedonismo emergiu com força das entranhas dessa cosmovisão. Read More

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