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DEUS AMOU O MUNDO!

“Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, desse modo é necessário que o Filho do homem seja levantado, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Portanto, Deus enviou o seu Filho ao mundo não para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no Nome do Filho unigênito de Deus.” João 3:14-18 (KJA)

O texto acima inicia-se com Jesus dizendo que “assim como Moisés levantou a serpente no deserto, desse modo é necessário que o Filho do Homem seja levantado…” Aqui Cristo faz menção à passagem de Número 21:9, que diz: “E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia”. Também se faz importante aqui dizer que a palavra levantou significa ser colocado em um lugar onde pode ser visto claramente por todos. Portanto, aqui percebemos o Cristo nos mostrando que, através da proclamação do Evangelho, Ele se faz visível a todos, para que todos os que, com fé, olharem para Ele, recebam das mãos do Eterno Deus a vida eterna.

Mas o ponto principal que trataremos aqui é que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Quando nós começamos a compreender que o ponto inicial da nossa salvação é que o Senhor nos ama, podemos começar a achar que temos méritos nisso. Afinal, se Deus me ama é porque tenho algo de bom ou bonito que o atraia a mim e faça com que Ele me ame, não? Não! O que a Santa Palavra de Deus nos mostra é que não temos mérito algum nesse relacionamento, em vez disso, nos mostra quão maravilhosa e infinita é a misericórdia do Eterno, que nos amou não porque somos bons, mas porque Ele é bom.

Toda a glória na salvação está em Nele. E isso ainda torna-se mais evidente, quando lemos que Cristo foi dado para que os que Nele cressem não perecessem, ou seja, se o Senhor Jesus não fosse sacrificado em nosso favor permaneceríamos bailando rumo ao inferno. Sim, sem Cristo este é o nosso destino, a morte eterna. Apenas em Cristo há salvação, e todo mérito dela está Nele, jamais em nós. Também é importante notar que a repetição de “todo o que nele crê” nos mostra a extrema importância de depositarmos nossa fé e esperança totalmente no Senhor Jesus. 

Deus amou o mundo, e amou com um amor imensurável, amou de tal maneira que entregou o Seu Único Filho à morte para que os que Nele cressem recebessem vida. Que amor é esse? Que grande amor é esse? Deus, o Soberano Rei de todo o universo, abriu mão de Seu Filho para reconciliar-se com um povo que sempre que lhe vira as costas. Jesus, que é Deus, entregou-se em sacrifício se fazendo maldição para que os que antes eram malditos pudessem ser benditos do Pai.  Deus amou o mundo, e aos que creem em Seu Filho fez-lhes também filhos, e co-herdeiros  de Cristo.

O texto é claro e não nos trás dificuldades em entendê-lo: Deus enviou o Seu Filho não para condenar o mundo, mas para o salvar. E a equação é fácil de ser resolvida: Quem crê será salvo, quem não crê já está condenado. Importantíssimo é notar que quem não crê no Filho não será condenado, ele já está condenado, pois não creu no Unigênito de Deus. O texto está no presente, a condenação não será, ela já é! Mas aos que creem lhes é dado um substituto nesta condenação, o Inocente e Justo Jesus que morreu em nosso lugar para que nós, culpados e injustos, pudéssemos ser vistos sem pecados e justificados por Cristo diante do Pai. Me alegra saber que não há condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus, e que nada poderá me separar do amor de Deus que está em Jesus Cristo.

Louvado seja o Senhor nosso Deus, o único Deus verdadeiro, que nos amou a tal ponto de entregar Seu Filho Jesus para nos salvar da condenação eterna. Apenas te agradeço por tamanho amor e graça, os quais jamais mereci ou merecerei, obrigado Eterno Deus por nos ter enviado o Teu Filho Jesus.

Victor Augusto


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